É seguindo uma lei da sobrevivência, há muito tempo deturpada, que o homem vem evoluindo. As brigas que antes travávamos por comida e algum destaque no grupo, hoje travamos por petróleo e poder. As armas, antes lanças, hoje são bombas nucleares capazes de dizimar milhares de pessoas em meia-dúzia de segundos.
A cada minuto morrem crianças, homens, mulheres, derrubam-se árvores e animais são mortos. É, também, a cada minuto que nós gastamos mais água que devíamos, abusamos da energia e jogamos lixo no chão. Nota-se o quanto o homem estima o seu "amado" planeta Terra, dando até ao ano de 2008 o título de "Ano do Planeta Terra".
O homem já se acostumou com a própria luxúria e ganância. Depois de modificar o intuito das religiões e as impor à sociedade, parece que o limite é o céu, talvez tentar, até, comprar o próprio Criador. Entregue aos próprios desejos como se nenhum outro existisse o homem caminha pelo mundo e por onde passa mata, destrói ou modifica o que antes estava intocado, tudo isso apoiado por uma farsa, conhecida como igreja.
A maldade é passada de geração em geração, escrúpulos e remorso não possuem sua vez. O lema da sociedade é o símbolo do “mau caratismo” regente: "os fins justificam os meios", desde que os fins e os meios lhes favoreçam. Nós, Vós e Eles foram trocados por Eu, Eu e Eu.
Hoje é o dia de abrir os olhos, levantar do coma que, há muito, o homem encontra-se. O mundo tem que ser cuidado por todos, ninguém é superior ao outro para usufruir sem cuidar. Levante do sofá, arregace a mangas, prepare a garganta. Mude o mundo.
FAÇA A (R)EVOLUÇÃO!
esse era um texto pra uma tarefinha de casa de historia, é, tipo, inspirada na musica "do the evolution" do pearl jam, que tem o clipe iradones.
clipe:
http://youtube.com/watch?v=FoNmNmXExZ8
Música: Absurdo
Compositor(a): Vanessa Da Mata
Intérprete: Vanessa Da Mata
Havia tanto pra lhe contar
A natureza
Mudava a forma o estado e o lugar
Era absurdo
Havia tanto pra lhe mostrar
Era tão belo
Mas olhe agora o estrago em que está.
Tapetes fartos de folhas e flores,
O chão do mundo se varre aqui
Essa idéia do natural ser sujo
Do inorgânico não se faz
Destruição é reflexo do humano
Se a ambição desumana o Ser
Essa imagem de infértil deserto
Nunca pensei que chegasse aqui
Auto-destrutivos,
Falsas vitimas nocivas?
Havia tanto pra aproveitar
Sem poderio
Tantas histórias, tantos sabores
Capins dourados
Havia tanto pra respirar
Era tão fino
Naqueles rios a gente banhava
Desmatam tudo e reclamam do tempo
Que ironia conflitante ser
Desequilíbrio que alimenta as pragas
Alterado grão, alterado pão
Sujamos rios, dependemos das águas
Tanto faz os meios violentos
Luxúria é ética do perverso vivo
Morto por dinheiro
Cores, tantas cores
Tais belezas
Foram-se
Versos e estrelas
Tantas fadas que eu não vi
Falsos bens, progresso?
Com a mãe, ingratidão
Deram o galinheiro
Pra raposa vigiar
eu ia deixar um link pras vcs downlodarem a mp3, mas vou deixar uns vídeos com a música e umas imagens e tal...
http://youtube.com/watch?v=gxJZozG3r64
http://youtube.com/watch?v=ohn95DG4qyY
http://youtube.com/watch?v=siC0jJRQbrk
http://youtube.com/watch?v=FrkfTT2YSac
beijos, bitches.
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Valeu, agora eu quero morrer.
ResponderExcluirAh, faltou dizer que a atenção que o mundo devia dar ao meio ambiente, é dada para os artistas que esquecem de usar a calcinha.
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