uma pequena parcela de pessoas controla instituições que procuram defender as opiniões de uma grande parcela de pessoas. o nome das instituições? partidos políticos.
em uma roda de amigos, sábado a noite, entre uma cerveja e outra, a política acaba tornando-se tema recorrente. do mais pobre ao mais rico, todos eles possuem um partido. um partido que assim como um time de futebol se torce, se alia. é de uma forma quase doentia que a sociedade encontra na divisão ideológica entre os partidos políticos mais um motivo para segregação.
algumas pessoas fecham os olhos para os participantes do bando e continuam esperando as mudanças ideológicas. outros já preferem o partido daqueles que são conhecidos. a grande maioria tem, além de um favorito, também um odiado, aquele que é sempre motivo de chacota, aquele que os integrantes são homossexuais ou que suas mulheres praticam o adultério.
existem alguns já cansados de guerra que não tomam partido, que como cazuza só têm de partido o coração. são esses que no bar se calam e podem observar a selvageria que uma discussão sobre política pode se tornar. pessoas gritando, defendendo outras que nem sequer conhecem, outras atacando sem provas e vai em bolsa-familia, capitalismo, crise, liberalismo, comunismo, partido verde e blá blá blá, enquanto a razão já vai indo para sua casa.
é incrível como política é um assunto delicado. um comentário menos cheio de eufemismos sobre alguma ação de um político pode virar caso sério de morte. e é assim, as pessoas vão idolatrando uma pequena turma, sendo devotas, apoiando tudo, mudando opiniões já formadas. pessoas que perdem o senso da liberdade de opinião do próximo, que julgam os outros por não concordarem com eles, que tentam impor sua preferência partidária aos demais. são pessoas que vão lavando seus cérebros e deixando-os abertos a qualquer opinião-pronta que se queira aplicar nele.
com essa esquisita cultura de adorar partidos políticos, deixa-se de avaliar o desempenho e a competência dos políticos individualmente para agrupa-los em times portadores de fortes torcidas organizadas. talvez esse seja o motivo das tantas decepções com a política atual, os partidos já não são uniões de políticos com os mesmo objetivos, as velhas ideologias vão sendo deixadas para trás. mas os cérebros lavados continuam ali, firmes e fortes... nos bares ladrando baldes de baboseiras sobre o partido rival.
em uma roda de amigos, sábado a noite, entre uma cerveja e outra, a política acaba tornando-se tema recorrente. do mais pobre ao mais rico, todos eles possuem um partido. um partido que assim como um time de futebol se torce, se alia. é de uma forma quase doentia que a sociedade encontra na divisão ideológica entre os partidos políticos mais um motivo para segregação.
algumas pessoas fecham os olhos para os participantes do bando e continuam esperando as mudanças ideológicas. outros já preferem o partido daqueles que são conhecidos. a grande maioria tem, além de um favorito, também um odiado, aquele que é sempre motivo de chacota, aquele que os integrantes são homossexuais ou que suas mulheres praticam o adultério.
existem alguns já cansados de guerra que não tomam partido, que como cazuza só têm de partido o coração. são esses que no bar se calam e podem observar a selvageria que uma discussão sobre política pode se tornar. pessoas gritando, defendendo outras que nem sequer conhecem, outras atacando sem provas e vai em bolsa-familia, capitalismo, crise, liberalismo, comunismo, partido verde e blá blá blá, enquanto a razão já vai indo para sua casa.
é incrível como política é um assunto delicado. um comentário menos cheio de eufemismos sobre alguma ação de um político pode virar caso sério de morte. e é assim, as pessoas vão idolatrando uma pequena turma, sendo devotas, apoiando tudo, mudando opiniões já formadas. pessoas que perdem o senso da liberdade de opinião do próximo, que julgam os outros por não concordarem com eles, que tentam impor sua preferência partidária aos demais. são pessoas que vão lavando seus cérebros e deixando-os abertos a qualquer opinião-pronta que se queira aplicar nele.
com essa esquisita cultura de adorar partidos políticos, deixa-se de avaliar o desempenho e a competência dos políticos individualmente para agrupa-los em times portadores de fortes torcidas organizadas. talvez esse seja o motivo das tantas decepções com a política atual, os partidos já não são uniões de políticos com os mesmo objetivos, as velhas ideologias vão sendo deixadas para trás. mas os cérebros lavados continuam ali, firmes e fortes... nos bares ladrando baldes de baboseiras sobre o partido rival.
mesmo assim, existe torcedor consciente
ResponderExcluirvc sabe q existe ;)
Sem falar q os políticos trocam de partido como jogador que troca de time de futebol: é só uma camisa, não interessa o que ela diz ou que simbolo tem, desde que se ganhe dinheiro, tá bom. Agora, tem aqueles que querem jogar, que querem realmente trabalhar, porque querem mudar o placar no Brasil, defendendo sua camisa.
ResponderExcluir